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quarta-feira, 28 de outubro de 2026
11:20

DAESC intensifica fiscalização contra irrigações e ligações clandestinas em Coruripe

Ação busca reduzir o desperdício de água potável e garantir o abastecimento da população durante o período de aumento do consumo.

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DAESC intensifica fiscalização contra irrigações e ligações clandestinas em Coruripe

Texto: Anne Rose/ Fotos: Daesc

O Departamento de Água e Esgoto Sanitário de Coruripe (DAESC) está intensificando as ações de fiscalização para combater irrigações irregulares e ligações clandestinas na rede pública de abastecimento. A iniciativa tem como objetivo reduzir o uso inadequado da água potável e contribuir para a manutenção do fornecimento à população, especialmente com a chegada do período mais quente do ano, quando a demanda pelo recurso tende a aumentar.

De acordo com o departamento, o uso irregular da água para irrigação e as ligações clandestinas podem comprometer a distribuição e prejudicar o abastecimento em diferentes pontos do município. Para combater essas práticas, o DAESC está mapeando localidades com registros de reclamações e identificando áreas onde foram constatadas irregularidades.

A operação deverá abranger diversos bairros de Coruripe, além de povoados da zona rural. As fiscalizações buscam identificar situações irregulares e adotar as medidas cabíveis, contribuindo para o uso responsável da água e para a melhoria do abastecimento público.

A utilização de água potável da rede pública para fins de irrigação, quando realizada em desacordo com as normas aplicáveis, pode resultar em sanções administrativas. Já as ligações clandestinas, conhecidas popularmente como “gatos”, podem configurar crime, a depender das circunstâncias, além de comprometer o funcionamento do sistema de distribuição.

O diretor-presidente do DAESC, Maciel Oliveira, destacou a importância de intensificar o trabalho para evitar prejuízos ao fornecimento de água no município.

“Vamos, sim, intensificar as fiscalizações. O DAESC precisa combater essa prática no município. A demanda por água tem aumentado, e não é justo permitir que esse tipo de conduta prejudique o abastecimento público. Precisamos fornecer água de qualidade para a população, e o combate a essas práticas contribui para que isso aconteça”, afirmou Maciel Oliveira.

 

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