Roda de Conversa no Cras do Pontal abre discussão sobre bullying
Cerca de 30 crianças e adolescentes do Serviço de Convivência e do NUCA participaram do bate papo

Texto e fotos: Anne Rose
O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Pontal realizou nesta quinta-feira (30), uma roda de conversa com cerca de 30 adolescentes do Núcleo de Cidadania de Adolescentes (NUCA) e crianças e adolescentes que integram o Serviço de Convivência do CRAS. O objetivo foi trabalhar temáticas voltadas para a prevenção e combate ao bullying.
Durante a ação, que é uma das práticas direcionadas pelo Selo Unicef, psicólogos e assistentes sociais das Secretarias de Educação e de Assistência Social desenvolveram dinâmicas e atividades em grupo, com a finalidade de promover a conscientização dos participantes a respeito da prática e suas consequências.
O psicólogo Iago Barros da Semed explicou o Bullying e como tentar combater a prática. “O bullying tem relação direta com agressão física, xingamentos, intimidação e apelidos. É muito importante que os adolescentes tenham acesso a discussões como essas, para que entendam que não podem aceitar esses tipos de comportamentos, que é importante também não praticar, nem de brincadeira e, acima de tudo, ser anti bullying. E combater ao máximo essa prática que deixa tantas marcas na vida das pessoas”, apontou.
A coordenadora do Cras, Dayse Uchoa destacou que a temática foi levantada entre os próprios adolescentes e que a partir daí, acendeu um alerta entre os profissionais em busca do fortalecimento de ações de combate e prevenção.
“Sentimos a necessidade de realizar essa roda de conversa através dos relatos que ouvimos dos próprios adolescentes, que participam das atividades do CRAS. Nosso momento foi muito rico, onde conseguimos ouvi-los e também passar mensagens através dos psicólogos e assistentes sociais. A troca de experiências foi muito rica, saímos fortalecidos desse encontro”, frisou.
“A ação realizada no Cras pelos profissionais da Secretaria de Assistência Social e Educação fortalece o conhecimento dessa garotada em relação ao assunto, e enriquece também o caminho para a conquista do selo UNICEF para o município. Mas principalmente incentiva os adolescentes a serem formadores de opiniões sobre temas que impactam na vida de todos eles de uma forma incrível”, explicou Emmanuelle Azevedo, articuladora do selo Unicef.
Laura Paulina de 14 anos é integrante do NUCA e considerou a troca de informações importantes para poder ajudar outras pessoas. “Agora posso levar o que aprendi aqui para outras pessoas, sempre mostrando a importância de não se calar, de denunciar para que medidas em prol da vítima possam ser tomadas. Fico feliz ver tantos adolescentes participando de um momento como esse”, finalizou.
O que é o Selo Unicef
É uma iniciativa do Unicef para fortalecer as políticas públicas municipais voltadas para crianças e adolescentes. Ao aderir ao Selo Unicef, os municípios assumem o compromisso de manter a agenda de políticas públicas pela infância e adolescência como prioridade. A metodologia inclui o monitoramento de indicadores sociais e a implementação de ações que ajudem o município a cumprir a Convenção sobre os Direitos da Criança, que no Brasil é refletida no Estatuto da Criança e do Adolescente. A adesão ao Selo Unicef é espontânea.
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